Só por hoje, odeio as coisas sensíveis,
pois o meu olhar é feito de seu diamante negro,
que
brilha com desdém de estrelas para com
a terra.
Mesmo assim, te mantenho no Brasil recém-descoberto
ao tentar esquecer a recusa de sua mão.
Curto demais a sua invenção de sorrir as matas frescas
no tempo em que existiam páginas e grafites...
Pela pedra eu te amo,
e com você estou só nas noites iluminadas
de Iemanjá.
Um comentário:
Esse texto sentimentaliza algo de "brasileirinho safado..." Gostei. Bem interessante. Por fim, viva a sereia...
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