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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Insistência


Só por hoje, odeio as coisas sensíveis,
pois o meu olhar  é feito de seu diamante negro,
que
brilha com desdém de estrelas para com
a terra.
Mesmo assim, te mantenho no Brasil recém-descoberto
ao tentar esquecer a recusa de sua mão.
Curto demais a sua invenção de sorrir as matas frescas
no tempo em que existiam páginas e grafites...

Pela pedra eu te amo,

e com você estou só nas noites iluminadas
de Iemanjá.

Um comentário:

Unknown disse...

Esse texto sentimentaliza algo de "brasileirinho safado..." Gostei. Bem interessante. Por fim, viva a sereia...