Caiu
fazendo ondas de silêncio
que não esperava.
Tinha a fome de um rio banido
que não cessa enquanto não haver limite.
Aguentei sem ter forças,
sorri sem forma e
falei de inspiração ausente que não brilha
mais na cabeça de um homem.
Foi.
Assim que explicado não tinha mais
função.
A fonética dói, o som em próprio sentido,
no segundo que nem deveria ter existido.
O que fica agora são borrões de poeira da rua.
Essa novidade inclusa
no vidro do porta-retrato.
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