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domingo, 1 de abril de 2012

ecos...

aqui,
Me dei conta do cheiro do pão das tarde de segunda.
do copo quente de vidro com café recém feito
e da vontade de querer o tempo correr.

O espaço da minha infãncia fica com cheiro e sabores,
o tempo não os leva, mas traz a memória com o vento,
a arvoré eterna que só perde as folhas nos outonos.

Hoje,
Meu pés percebem as ruas andadas, os frios, os rios...
e lembro do meu querer da vida em linha reta e lisa.
Eu queria a vida à estrada...