Há olhos que dizem,
há outros que calam
e há seus que aprofundam.
Fico próximo à vertigem
em seus olhos que matam,
que para o céu empurram.
Há olhos que pisam,
há outros que enaltecem
e há seus que divinizam.
E neste pedaço de Terra,
o poder dos seus olhos
faz meus passos seus territórios.
Há muitos que amargam,
há outros que dulcificam
e os seus que me balsamizam.
Como é bom enriquecer
em teu olhar, pois os males empobrece
feito prece.
Há muitos olhos,
há olhos especiais,
há os seus...
Sua iris traz aconchego,
e onde amor traz o caos
faço seus olhos travesseiro.
Há uns de verdade,
há outros mentirosos
e os seus de Arte.
Quanta paisagem
no infinito enigma desse globo
que me permite ser um poeta pouco.
Há olhos felizes,
há outros certos
e há os seus, sublimes.
Há você em tudo,
seu olhar pinta
minha
visão de mundo.
Há seus olhos sem fim,
inexplicáveis poesias
nascidas em mim.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
ecos...
aqui,
Me dei conta do cheiro do pão das tarde de segunda.
do copo quente de vidro com café recém feito
e da vontade de querer o tempo correr.
O espaço da minha infãncia fica com cheiro e sabores,
o tempo não os leva, mas traz a memória com o vento,
a arvoré eterna que só perde as folhas nos outonos.
Hoje,
Meu pés percebem as ruas andadas, os frios, os rios...
e lembro do meu querer da vida em linha reta e lisa.
Eu queria a vida à estrada...
Me dei conta do cheiro do pão das tarde de segunda.
do copo quente de vidro com café recém feito
e da vontade de querer o tempo correr.
O espaço da minha infãncia fica com cheiro e sabores,
o tempo não os leva, mas traz a memória com o vento,
a arvoré eterna que só perde as folhas nos outonos.
Hoje,
Meu pés percebem as ruas andadas, os frios, os rios...
e lembro do meu querer da vida em linha reta e lisa.
Eu queria a vida à estrada...
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