Hoje o café não foi bom
e nem a banda larga funcionou,
... pensamentos grandes demais para postar...
eram gigantes dando voltas e voltas e vindas
e batendo no céu da boca e
voltando e
vindando
À mesa estou com essa xícara e sem as minhas amigas-
os três cafés aromatizam
a conversa, e no fim acabamos por sorrir vigor e liberdade,
é sempre um momento impreganado dos mais belos clichês,
a vida forte tem de ser banal-
Sinto falta delas como eu sinto falta do café que acabo de findar
Hoje o dia está sem base para ser feliz,
mas está artístico,
tristemente...
tantas pessoas falando
e a minha mente
se ilude e acha que não
está só,
Ela não está, mas eu, sim.
Sitiado de sinapses em vão e
e fechado para qualquer lugar,
sem internet,
sem desejo,
com memória,
estas grades que irão derreter quando eu morrer,
toda vez que as toco, sinto a eletricidade
do passado percorrendo as marcas na alma.
Quero outro café, mas só me sobraram 25 centavos.
Escreveria mais dois poemas que ficariam iguais a esse,
lentos, desgastados e sisudos
Sinto apenas que o dia de hoje
não é mais um,
é um a menos,
não comecei ganhando.
Perdi o café,
as amigas
e o controle,
fui de um fluxo a outro
até não sentir mais a cafeína aqui, me trazendo
me dizendo as inúmeras palavras de certeza
Se envelhecerei as 24 horas,
não saberei,
a morte vai apontar no horizonte,
virá o café dessas horas, derramando
em tudo que não vingou,
assim o dia toma o seu café,
assim eu fecho o meu mau dia.
terça-feira, 25 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
Só amanhã
Quando eu acordar amanha quero
um beijo
e
uma vontade...
Se sorte for grande
vou querer um
bombom de chocolate
recheado de sonhos
do carinho dos meus cachorros
e de uma esperança que só
se tem ao acordar-se bem
de um ontem onde o coração
gargalhou além
da felicidade, do dia a dia anil,do presente na mão:
o som chegou por vias sobrenaturais e fui feliz inexplicavelmente,
apenas feliz nas áreas ocultas de mim.
Abrirei os olhos e estarei vivo, surpreso, preso e só,
Mas há, e há
uma tremenda exatidão sem limites,
ao levantar haverá mais
fontes de energia que
o amor entre o sonho e o
realizado.
um beijo
e
uma vontade...
Se sorte for grande
vou querer um
bombom de chocolate
recheado de sonhos
do carinho dos meus cachorros
e de uma esperança que só
se tem ao acordar-se bem
de um ontem onde o coração
gargalhou além
da felicidade, do dia a dia anil,do presente na mão:
o som chegou por vias sobrenaturais e fui feliz inexplicavelmente,
apenas feliz nas áreas ocultas de mim.
Abrirei os olhos e estarei vivo, surpreso, preso e só,
Mas há, e há
uma tremenda exatidão sem limites,
ao levantar haverá mais
fontes de energia que
o amor entre o sonho e o
realizado.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Crime
Eis a fonte de toda
uma vida
seguida de cortes e
fagulhas,
acaba-se e vive-se
de novo...
de novo...
de novo...
É dor continuada,
nunca a mesma.
Há sempre uma grama
onde pisar,
mas o primeiro é barro,
rocha,
carvão em brasa.
Eis a força de um início,
de outras mais poderosas,
o peso do granizo antes do furacão,
a batida na porta e o coração
em suspense!
Pena que não volta,
os olhos da criança vendo os prédios da Presidente Vargas
eram eu,hoje não passam de concreto, diferentes da minha casa.
Eis a fotografia de um sonho
amarelando no rodar de tantas
memórias,
mas o fogo permiti-se sempre por aparecer.
...Um dia só verei a imagem de longe dele...
desse amor primário,
preso no calabouço
no lugar onde já estive livre.
uma vida
seguida de cortes e
fagulhas,
acaba-se e vive-se
de novo...
de novo...
de novo...
É dor continuada,
nunca a mesma.
Há sempre uma grama
onde pisar,
mas o primeiro é barro,
rocha,
carvão em brasa.
Eis a força de um início,
de outras mais poderosas,
o peso do granizo antes do furacão,
a batida na porta e o coração
em suspense!
Pena que não volta,
os olhos da criança vendo os prédios da Presidente Vargas
eram eu,hoje não passam de concreto, diferentes da minha casa.
Eis a fotografia de um sonho
amarelando no rodar de tantas
memórias,
mas o fogo permiti-se sempre por aparecer.
...Um dia só verei a imagem de longe dele...
desse amor primário,
preso no calabouço
no lugar onde já estive livre.
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