Sinto a sombra,
é o passado que fica.
A noite que era dia
nos meus desconhcidos.
apronto um quarto
solitátio
e ,sorrateiro, me tranco e saio
Na rua me ensaio
na lua eu desmaio
e lá me esqueço
e teço
o sorriso feito
que de bobo faço a mim
ilusão é dar um fim
no que está dentro,
sendo mais infinto que eu.
Mas incauto,
derrubo a ponte,
me deixo.
e da ilha
me olho, o horizonte.
Cheio e longe de mim.
e mesmo assim sem me fugir.

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