Em algum lugar existe um traço que liga
as minhas coisas a outras
que não são nada sem mim.
Tudo segue um rio nervoso, de pedras e mais pedras e ,mais pedras...
que concretizam o abstrato olhar do universo.
Só sei que sou um ponto e que sem isso não há cosmo
nada substitui tudo e tudo não pode ser substituído por tudo.
Um malha infinita de fatos que de átomo em átomo forma o ponto que há em mim.

Um comentário:
Bela observação...Bela mesmo...concordo com cada linha
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