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terça-feira, 23 de abril de 2013

Fresta

Pequena abertura
que me acorda,
me dá mais  vida
para os segundos anunciarem que devo cochilar.
Perto do lançar estreito,
onde 
pessoas e coisas são pequenos,
observo como se clareia
o tubo da Tv e como se desmonta a revolução de um blackout.
A fresta faz relaxar as paixões
das horas seguintes,
mas aponto para a saudade na minha cama...
esta que me promete que  o logo, logo será longo...









quarta-feira, 17 de abril de 2013

Sem título para dá nó aos caminhos da poesia que perdi,
Não sei por onde começar, o chão seco levanta uma sujeira
de tanto caminhar
Me ajuda!!!! Se não escrever, posso deixar de respirar a vida
que um dia daria a mim mesmo
o sono já vem em um túnel e dois carros com destino para o céu.
palavras tão soltas
que se amarram apenas na tela do computador

                                                   

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