O ritual é rodar o som que há em mim,
feito girassol num dia eterno,
numa sensação de puro paraíso sem fim.
Quero sentir os mistérios dos sentidos,
em cada nota nova criada,
vendo os meus poros puramente possuídos.
Sou ser novo levado a luz,
em velocidade mágica,
um enigma que conduz,
uma paixão nova e sádica.
A tempo do meu sacrifício,
corpo se recolhe em alma lúdica.
Não há dor nesse meu ofício,
pois a carne morre agora e assim eu viro música!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
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